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 O Clube Náutico Capibaribe foi derrotado pelo Flamengo neste domingo (16), no estadio dos Aflitos pelo placar de 2×0 e praticamente sacramentou o rebaixamento para o Campeonato Brasileiro da Série B. Com a vitoria, o Flamengo, que é atualmente o vice líder da competição segue com boas chances de conquistar o título Brasileiro de 2009.

O inicio do jogo foi marcado pela agressividade do Náutico, que investiu nas jogadas pelo lado direito, explorando a velocidade do lateral-direito Patrick. O técnico Geninho observou que o Flamengo seria frágil naquele setor, já que o titular Juan e o reserva Éverton estavam impossibilitados de jogar pelo rubro-negro Carioca. Sem opções, o técnico do Flamengo Andrade improvisou o zagueiro Aírton na lateral-esquerda.

Aos 16 minutos do primeiro tempo, o Flamengo abriu o placar do jogo através do meio-campista Petkovic, que aproveitou o rebote do goleiro Gledson após um belo chute do lateral-direito Léo Moura. Após tomar o gol o Náutico perdeu ótima oportunidade na cabeçada de Carlinhos Bala que recebeu ótimo cruzamento de Patrick e cabeceou para fora.

O lance que desestabilizou o Náutico no primeiro tempo aconteceu aos 26 minutos. O zagueiro Cláudio Luiz marcou o gol de empate após lançamento do lateral-esquerdo Michel, mas o arbitro Sandro Meira Ricci, com o auxilio de seus assistentes, anulou o gol de forma correta. Os atletas do Náutico, que ficaram traumatizados com os erros de arbitragem nas ultimas rodadas, ficaram revoltados e fizeram muita pressão em cima da arbitragem, que seguiu com a decisão de invalidar o gol.

No final do primeiro tempo o Náutico tomou o segundo gol do Flamengo. Após ótima jogada de Zé Roberto, o atacante Adriano só teve o trabalho de tocar a bola para o gol fazendo o placar de 2 x 0 Para o time Carioca.

O técnico Geninho voltou para o segundo tempo abandonando o esquema 3-5-2 com o meio-campista Juliano entrando na vaga do Zagueiro Asprilla. O inicio foi de muita pressão dos Alvirrubros, assim como no inicio do jogo, mas o Flamengo fez uma ótima marcação e anulou todas as jogadas do Náutico. O goleiro Bruno fez belas defesas e garantiu o placar que deixou o Flamengo na briga pelo título.

Com o resultado o Náutico tem que vencer os três jogos restantes e torcer contra Sandro André, Fluminense e Botafogo. A situação ficou de fato muito difícil para o Náutico.

Náutico e Flamengo se enfrentarão às 15h (horário de Recife) nos Estádio dos Aflitos, pela a 35° doBrasileirão. Para o timbu, só a vitória interessa na briga pela permanência na Série A.

O técnico Geninho tem o desfalque do volante Derley, que voltou a treinar nesta semana, mas ainda permanece no DM, e os suspensos o zagueiro Márcio e Johnny. Cláudio Luiz, Asprilla, Vágner, e o atacante Anderson Lessa, compõem a lista, dos que retornam a disposição do treinador.

Os flamenguistas terão dois desfalques no time titular. Maldonado e Fierro servem a seleção chilena, o substituto do volante, será Toró. O rubro negro carioca ainda perderam para o confronto Juan, com suspensão .  O mais provável para substituir o lateral, será Everton Silva.

Ficha técnica – Náutico x Flamengo

Náutico - Gledson,Asprilla, Vágner, e Cláudio Luiz; Patrick, Nílson, Aílton, Irênio e Michel; Carlinhos Bala e Bruno Mineiro. Técnico: Geninho

Flamengo – Bruno, Leonardo Moura, Álvaro, Ronaldo Angelim e Everton Silva; Aílton, Toró, Williams e Petkovic, Zé Roberto e Adriano. Técnico: Andrade.

Local: Estádio dos Aflitos (Recife, PE)

Horário: 15h (Horário de Recife)

Árbitro: Sandro Meira Ricci

Assistentes: Alessandro Alvaro Rocha de Matos (BA) e Altemir Hausmann (RS).

Sport cede empate no fim, e está matematicamente rebaixado a Série B. Após um primeiro tempo brilhante, Palmeiras consegue um empate, por 2 a 2, e segue na briga pelo título. E pode-se dizer que as equipes reeditaram os grandes jogos de tempos atrás, mas nem tão distantes assim.

O Sport entrou em campo no 3-5-2. Enquanto, Muricy Ramalho, de certa forma, surpreendeu ao escalar Edmilson formando um falso 4-4-2, onde o volante também fazia as vezes de terceiro zagueiro e os laterais, jogaram como alas. E como é de se esperar de toda equipe que joga em casa, a pressão inicial, porém ela durou pouco. Nos primeiro toque a equipe pernambucana parecia afobada, ainda pela adrenalina do início. Embora, passando rapidamente por essa fase, o Sport se acertou e tomou a frente na partida.

Logo aos 11 minutos do primeiro tempo, Adriano, marcado, deu um toque para Wilson que num passe curto encontrou Dutra passando, e com uma bela visão de jogo e eficiência no passe, encontrou Arce dentro da área sem marcação, porém entre cinco defensores palmeirenses. Toda jogada foi desenhada pela esquerda, assim como a maioria das investidas rubro-negra. Entretanto, não por deficiência no lado direito, que se apresentou bem em alguns momentos, mas por opção, sempre com Dutra, Wilson e Adriano.

E nem mesmo a linha de três zagueiros que se formava, com Edmilson, Maurício e Danilo, além de Souza e Sandro Silva, que marcavam, foi suficiente para impedir as investidas e o segundo gol pernambucano, numa jogada de contra-ataque, novamente iniciado com Adriano Pimenta, que Wilson. Neste momento só havia dois zagueiros –Maurício e Danilo, o primeiro na sobra, e o segundo levou o corte, deixando Wilson só para marcar, 2 a 0, para o Sport.

E essa foi a tônica do primeiro tempo, o Palmeiras assistia o Sport jogar. As jogadas de ataque comumente eram pela esquerda, porém vezes por outra, aconteciam pela direita. Enquanto, o lado das investidas paulista era sempre o direito e com os pés de Figueroa. Porém foi nas bolas paradas que mesmo sem tanto perigo, o Palmeiras conseguiu as melhores oportunidades.

O erro do Palmeiras na primeira etapa, começou por Edmilson sem condições de jogo e principalmente de orientação. Ele não conseguiu fazer nem a função de terceiro zagueiro e nem de volante, e a zaga fazia linha, ou melhor, se posicionava muito adiantada e facilmente era surpreendida. E Diego Souza isolado, não conseguiu render, de novo. O Palmeiras no fim do primeiro tempo jogava no 3-5-2, além de ter três zagueiros, tinha dois volantes. Por sua vez, o Sport manteve o esquema e até um de seus volantes –Moacir- e um dos zagueiros –Igor- investiram no ataque, enquanto Zé Antônio fazia o papel de primeiro volante.

No intervalo, Muricy trocou o volante Sandro Silva por Pierre-, além de tirar o volante Souza e pôs o meia-de-ligação Deyvid Sacconi, que sacudiu o time e a torcida. A partir disso o Palmeiras voltou ao 4-4-2, com dois zagueiros, dois volantes e dois meias de ligação. Até sacar o ponto fraco do time, o volante Edmilson para a entrada do atacante Marquinhos, forçando um 4-3-3.

No Sport, Zé Antônio sai sentindo câimbras e entra o zagueiros Freire, improvisado no meio, porém a improvisação dura pouco, pois logo em seguida Durval foi expulso, e o garoto que havia acabado de entrar vai para a zaga. Aliás, o time todo parecia ter ido para a zaga. Ficando no 3-5-1, com apenas Arce na frente. Após a expulsão, Sacconi desconta para o Palmeiras.

A bola sobrou para ele, depois de uma confusão na entrada da área e entre dois zagueiros bateu. O time paulista se mostrou muito desorganizado taticamente, atacou em massa, praticamente no esquema três marcam –Danilo, Maurício e Pierre- e o resto ataca. Mesmo com Sacconi ao seu lado, Diego Souza nada fez no jogo. Obina perdeu algumas oportunidades, já Ortigoza se apresentou bastante, e brigou pela bola.

E até aos 39 minutos, o Palmeiras forçava desordenadamente, enquanto o sistema defensivo do Sport que naquele momento era quase o time todo se segurava bem. Até Danilo em condições legais, empatar. Mas vale uma ressalva, que foi a confusão protagonizada pelo juiz que apitou erroneamente o impedimento paralisando a defesa, o goleiro e até o autor do gol, que marcou meu que no susto. Daí por diante as emoções de ambas as equipes se afloraram, mas nada mais aconteceu.

Agora, o Sport está matematicamente rebaixado, só resta juntar forças para terminar com dignidade o campeonato, como foi a partida de hoje, que poderia ter saído com um melhor resultado se não fosse a confusão do árbitro. E quanto aos pernambucanos, é torcer para o Náutico não seguir o mesmo rumo.

* Quando afirmo que o árbitro errou, foi porque, de fato, ele apitou interrompendo a joga que na verdade, era normal. Dentre outros argumentos, usarei apenas uma: tanto os técnicos de som da Rede Globo afirmaram que o juiz apitou duas vezes, quanto o áudio da Band confirmou. Só resta torcer para que o mesmo não ocorra ao Náutico.

Pela dignidade…

Com pouquíssimas chances de se livrar do rebaixamento, o Sport jogará pela dignidade daqui para frente. E enfrentará o Palmeiras, adversário que o eliminou da Copa Libertadores deste ano, e que briga pelo título do Brasileirão, a partida será às 20h50 (horário de Recife), no Parque Antártica, e será válida pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro.

No Palmeiras, Marcos retorna a equipe após cumprir suspensão na última rodada. A outra modificação é a entrada do atacante paraguaio Ortigoza na vaga de Várner Love, suspenso. E as novidades ficam por conta da possível escalação do volante Pierre como titular, e de Edmilson que voltou a ser relacionado após lesão.

Por sua vez, o técnico do Sport Levi Gomes sem poder contar com os volantes Andrade, Hamilton e Fabiano, suspensos, adotará o esquema 3-5-2, com o trio de zaga formado por Igor, César e Durval, e Zé Antônio e Moacir, entram nas vagas deixadas pelos volantes. Além do retorno de Élder Granja, na ala-direita, e Dutra, na ala-esquerda. Adriano Pimenta segue como meia de ligação no lugar de Luciano Henrique que permanece lesionado.

Ficha Técnica – Palmeiras x Sport

Palmeiras: Marcos; Maurício, Danilo e Marcão; Figueroa, Sandro Silva (Pierre), Souza, Diego Souza e Armero; Ortigoza e Obina. Técnico: Muricy Ramalho.

Sport: Magrão; Igor, César e Durval; Élder Granja, Zé Antônio, Moacir, Adriano Pimenta e Dutra; Wilson e Arce. Técnico: Levi Gomes.

Local: Estádio Parque Antártica (São Paulo, SP)
Horário: 20h50 (Horário de Recife)
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (FIFA/GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e João Patrício de Araújo (GO)

  O Clube Náutico Capibaribe poderia ter conseguido um bom resultado diante do Santos em partida realizada no Pacaembu. Mas as boas defesas do goleiro Felipe do Santos e a falta de pontaria dos atletas Alvirubros impediram o Náutico de pontuar no Campeonato Brasileiro. Com a derrota para o Santos, o Timbu pode até ficar na penúltima colocação caso o Fluminense vença o Palmeiras amanhã, no Maracanã.

O Santos jogou com o apoio de seu torcedor no Pacaembu e sempre tomou a iniciativa no jogo. Aos dez minutos do primeiro tempo, o Alvinegro teve ótima oportunidade através de Paulo Henrique Ganso que acertou o travessão do goleiro Gledson após bela cobrança de falta. Porém, de imediato, o Náutico respondeu com uma cabeçada de do atacante Bruno Mineiro acertando a trave após cobrança de falta de Irênio. Os lances descreviam o equilíbrio dos times no inicio do jogo.

O time de Wanderlei Luxemburgo conseguiu abrir o placar em cobrança de Pênalti convertida pelo atacante Kleber Pereira. O Lance foi questionado pelos atletas do Náutico, não só pela duvida na penalidade, mas também por uma possível falta cometida pelo Santos no inicio da jogada que originou o Pênalti.

No segundo tempo o Náutico voltou mais ofensivo e conseguiu assustar o Santos em algumas jogadas, mas o competente técnico Wanderelei Luxemburgo fez duas modificações que acendeu o Peixe no jogo. O atacante Neymar entrou no lugar de Jean e o meia-esquerda Madson entrou na vaga de Robson. A partir dessas modificações o Santos conseguiu organizar um contra-ataque mortal e chegou ao segundo gol através de Neymar que recebeu boa bola de Madson e concluiu para o gol fazendo o placar de 2×0.

A opção do Náutico após tomar o gol foi partir pra cima do Santos em busca do empate. O arbitro Wagner Tardelli em outro Lance duvidoso marcou Pênalti para o Náutico. O meio-campista Aílton cobrou com categoria e diminuiu o placar em 2 x 1. O que se viu nos minutos finais foi lamentável, pois o Náutico teve três chances claras de empatar o jogo. A primeira chance foi do atacante Ferreira que conseguiu chutar para fora uma bola que ele recebeu de Bruno Mineiro e só tinha o gol vazio pela frente.

O meio-campista Juliano perdeu outra oportunidade para o Náutico cara a cara com o goleiro Felipe sendo interceptado pelo zagueiro Adailton do Santos. Na ultima oportunidade do Náutico, o zagueiro Márcio cabeceou após escanteio e o goleiro Felipe fez uma bela defesa coroando sua boa atuação na partida.

No final do jogo o Santos em contra-ataque chegou ao seu terceiro gol através de Neymar que driblou o zagueiro Márcio e tocou no canto direito do goleiro Gledson decretando o resultado de Santos 3 x 1 Náutico.

pericleschamusca

Crédito: Gazeta Press

Primeiro a notícia. Na coletiva, após a derrota de virada, em casa, diante do Cruzeiro, Péricles Chamusca entregou o cargo. O treinador alegou desgaste com a imprensa que há tempos o criticava. Além da pressão de parte da torcida. 

O fato é Chamusca não é um mau técnico. Só lhe falta leitura de jogo, coragem de vencer algumas partidas e saber utilizar as peças que tem em mãos. Outra coisa é, apostar em outros jogadores quando os que estão jogando não estão rendendo. Já quanto as contratações…

Por exemplo, o artilheiro japonês Paulinho, não entrou em campo uma vez sequer, mesmo sendo escalado algumas poucas vezes. Além de ter deixado o faro e os gols no Japão.

Freire e Isael, não podem nem ser analisados, pois esses nem tiveram chances de mostrar serviço. Já Fininho, jogou sempre improvisado, tendo Pimenta e o próprio Isael na mesma posição, entre outros. E hoje, que jogou na sua posição de origem (que é a lateral), era melhor ter sido novamente improvisado.

E quanto a Zé Antonio… Na época, não havia entendido para quê mais um volante. Mas chegou, tudo bem. Já que trouxe por quê não utiliza-lo? E ele, por que nunca entrou em forma, ou a forma dele é aquela? 

O que não pode é culpá-lo pelo rebaixamento, outros vieram e fizeram menos que ele. Ele ainda conseguiu 17 pontos, e os outros três que juntos conseguiram 13.

Após estar vencendo por 2 a 0, o Sport cede a virada ao Cruzeiro em plena Ilha do Retiro, e ver as chances de permanecer na Série A cada vez, menores.

Não se viu aquela pressão inicial de equipe da casa, agredindo o adversário. Mas também não foi agredido como um frágil adversário. As equipes alternavam as ações no início de jogo, porém o Cruzeiro levava mais perigo. Enquanto, o Sport forçava as jogadas pelo flanco direito com Moacir e Wilson ou Arce. O lado esquerdo do Sport, esporadicamente era acionado, pois não dava opções de jogo. 

Ambas as equipes se posicionaram no 4-4-2. O Leão com dois volantes e dois meias de armação mais adiantados (numa espécie de 4-2-2-2), já a Raposa com o meio-campo em losango. 

Porém o Sport soube aproveitar melhor as jogadas e logo aos 12 minutos, abriu o placar com um belo lançamento de Fabiano, Arce matou a bola e tirou o zagueiro e o goleiro da jogada, tocando para Wilson sozinho, marcar. 

Não demorou muito, Adriano Pimenta recuperou uma bola no meio de campo e lançou para Wilson dominar e tirar do goleiro. Outra vez sem marcação, ao menos eficiente. 

A equipe cruzeirense é bem organizada taticamente. Tem um repertório invejável de ataque, joga pelos dois lados, inverte jogadas, tenta pelo meio, arrisca de média e longa distância, encaixa bons contra-ataques e sabe aproveitar as bolas paradas, a deficiência é sua defesa, lenta e que tenta fazer linha de impedimento o tempo todo. Mas numa bola parada saiu o primeiro gol mineiro. 

Aos 19 minutos, Fabrício mandou um chuveirinho na área, na verdade,’ no bolo’, Gil subiu mais que os marcadores e jogou a bola no meio da área para Thiago Ribeiro chegar como elemento surpresa, sozinho diminuiu a diferença. Daí por diante, o Sport que já não dominava começou a ceder mais espaços. Recuou a marcação e chamou os mineiros para seu campo de defesa. E Magrão salvou o rubro-negro em algumas ocasiões.

No intervalo, Chamusca fez o que já de praxe, ler o jogo de uma forma bem peculiar. Vendo seu time ser pressionado, ele saca Fabiano, que andava em campo, como sempre, mas conseguia fazer as ligações quando necessário, e coloca o volante Zé Antônio. Acreditando que aumentaria o poder de marcação, mas esqueceu do fato de que iria recuar ainda mais a marcação. Naquele momento, acredito que um jogador ofensivo daria mais opções e dinâmica ao jogo leonino.

O Sport que jogava em duas linhas no meio-campo, passou a atuar com uma linha de três e Adriano Pimenta mais adiantado. E sofreu mais pressão, pois o visitante começou a gostar mais ainda da partida. E só precisaram de sete minutos, mais uma vez de bola parada, desta vez, Leonardo Silva subiu mais que Durval e empatou. 

E aos 11 minutos, Andrade que já tinha um amarelo, foi expulso. O calvário já estava formado. O Sport recuou, começou a explorar mais o contra-ataque, jogando com uma linha de três no meio. Com a expulsão, o técnico cruzeirense Adilson Batista apostou em colocar em campo mais um atacante. Guerrón entrou no lugar do lateral-esquerdo Diego Renan. Ele já entrou desequilibrando. E dois minutos depois, virou o jogo, 3 a 2.

Após um belo toque de Wellington Paulista, que tirou o marcador e o goleiro, deixando Guerrón sozinho.

O que se viu daí por diante, foi uma equipe bastante afobada. Arriscando em jogadas individuais e errando bastante passes. E ainda teve a expulsão de Hamilton aos 46 minutos. Deixando o Sport sem os dois volantes titulares para o próximo confronto.

No final, o fato que reflete a situação nubro-negra: as luzes se apagaram. E com elas a esperança.

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